12/03/2013

Patrícia Pillar dá show no final de ‘Lado a Lado’

Foi de Constância (Patrícia Pillar) o show que encerrou Lado a Lado. Como a Carminha (Adriana Esteves) de Avenida Brasil, a megera platinada das 18h deixou as sedas e rendas e foi condenada a terminar os dias não num lixão mas, para ela, quase isso: num sítio sem qualquer luxo, para o qual foi de carroça e carro-de-boi, lembrando a boia-fria Luana que Patrícia interpretou em O Rei do Gado, em 1996.


Novela que manteve a qualidade em alta durante os seus 154 capítulos, a trama de estreia da dupla João Ximenes Braga e Cláudia Lage teve um desfecho mais empolgante do que a maioria. O fechar de cortinas quase sempre é precedido por casamentos, nascimentos e reconciliações previsíveis, mas os autores preferiram encerrar alguns ciclos no penúltimo capítulo, na quinta, deixando o mais pulsante efetivamente para o final.

Como em 1911 não caberia uma prisão a uma dama como a ex-baronesa Constância, ela foi punida na intimidade, pelo marido Assunção (Werner Schünemann). Chegou a passar pela situação “me serve, vadia, me serve”, outro ponto em comum com Carminha – com uniforme de doméstica, foi obrigada a servir o jantar. Na sequência, foi exilada na zona rural. Cinco anos depois de A Favorita, Patrícia compôs uma vilã menos diabólica do que a Flora, mas tão complexa e interessante quanto aquela – não houve uma cena em vão, e cabe destacar ainda a parceria da atriz com Christiana Guinle, a amargurada e ácida Carlota.

09/03/2013

Elenco de 'Lado a Lado' se reúne para ver final da novela no Rio

O elenco de Lado a Lado se reuniu, no início da noite desta sexta-feira (8), em uma churrascaria no Rio de Janeiro para conferir o último capítulo da novela.
Entre os presentes estavam as atrizes Fernanda Vasconcellos, Sheron Menezes, Camila Pitanga e Patricia Pillar; os atores Paulo Betti, Thiago Fragoso e Lázaro Ramos; e o autor de novelas Gilberto Braga, que teve como o estreante João Ximenes Braga como seu colaborador em Insensato Coração.

08/03/2013

Patrícia Pillar entrevista.


Termina nesta sexta-feira (8) a novela "Lado a Lado", da TV Globo, com o mérito de ter brindado o público com um dos três principais papéis da atriz Patrícia Pillar na televisão. Em entrevista ao UOL na noite de quinta-feira, logo após ter encerrado as gravações do folhetim no Projac, Patrícia colocou sua ex-baronesa Constância Assunção junto a Flora (de "A Favorita", de 2008) e a Luana (de "O Rei do Gado", de 1996) entre seus trabalhos mais significativos na teledramaturgia.

Segundo ela, Constância tem importância porque é uma personagem que não pertence ao passado. E compara o preconceito social que ela expõe contra pobres, negros e mestiços à nova classe média. "É mais ou menos aquela coisa de hoje em dia, dessa elite que tem horror à nova classe média, a tal classe C, e que fica escandalizada de ver essas pessoas frequentando teatro, aeroporto ou praia".

UOL - A Constância tem atitudes odiosas, mas, ao mesmo tempo, ela é capaz de demonstrar doçura com o neto. E, assim como construiu Flora de "A Favorita", você tem um repertório de emoções que consegue despertar empatia e repulsa no telespectador. Como você faz isso?

Patrícia Pillar - Primeiro porque eu acho que todos nós somos assim. E quando você olha um personagem de uma só maneira você o empobrece. A graça que eu vejo no meu trabalho é a de me aproximar daquela pessoa e tentar conhecê-la. Quando você vê algo ou alguém de longe, você não vê a pessoa pequena? Conforme você se aproxima, começa a ver as coisas que de longe você não via. É uma aproximação amorosa que você tem que ter com a personagem, mesmo quando ela é horrorosa.

Quando vemos Constância expondo todo seu preconceito social contra pobres, negros e mestiços, é possível encontrar paralelo com o caso do metrô no bairro de Higienópolis (SP), em 2010, no qual um grupo de moradores foi contra a construção de uma estação a fim de evitar o fluxo de camelôs, mendigos e "gente diferenciada". O que você acha?

Eu acho que essa expressão "gente diferenciada" poderia caber perfeitamente no discurso dela. Porque não há nada mais classista e excludente que esse tipo de pensamento. Mas uma das graças dessa personagem é exatamente essa. Embora ela seja de 1910, Constância vive nos dias de hoje.

Você estudou muito sobre o Rio de Janeiro do começo do século 20?

Sim, li bastante sobre o período. É um período que te permite entender porque somos e como nos tornamos essa república de hoje, pois ali aconteceu o nascimento da república. Todos aqueles personagens vivem como hoje. A Laura [Marjorie Estiano], que é a filha criada para o casamento que quer ser independente; o Albertinho [Rafael Cardoso], que é o filho mimado e fraco; o jornalista idealista na figura do Guerra [Emílio de Melo]; o Bonifácio [Cassio Gabus Mendes], que é o político corrupto e um mau empresário... São todos arquétipos muito fortes. Essa novela tem uma parte cultural muito forte. Mostra como o samba chegou, como o futebol deixou de ser elitista para se tornar popular, como a cultura negra foi absorvida e a elite que não queria ser brasileira mantendo sempre os olhos na Europa. Enfim, são os brasileiros.

A Constância também parece o arquétipo do Brasil Império: escravagista, aristocrático e ultrapassado...

Ela é o Império que se recusa a ir embora e que não foi embora até hoje. Porque o Brasil ainda é um país racista e machista, o que se prova pelas diferenças salariais e sociais de hoje em dia. A Constância é a moralista hipócrita, a corruptora que compra o juiz, que compra o silêncio, que manipula as coisas com o objetivo de favorecer a si mesma.

E o problema dela com Isabel (Camila Pitanga) não é apenas racismo, é?

Era uma relação de antagonismo, especialmente porque a Isabel é para a Laura o que a Constância nunca conseguiu ser como mãe. É um pouco de racismo, de como ela expõe sua feminilidade, mas principalmente ela tem raiva da liberdade que a Isabel tem. É mais ou menos aquela coisa de hoje em dia, dessa elite que tem horror à nova classe média, a tal classe C, e que fica escandalizada de ver essas pessoas frequentando teatro, aeroporto ou praia.

Você disse que o Brasil é machista, e a novela discute o papel da mulher na sociedade. Você, que é uma mulher que não tem filhos, já sentiu esse tipo de pressão social em relação à maternidade?

Eu nunca parei para perceber isso. Se teve eu não percebi, mesmo porque isso nunca foi uma questão para mim. Mas eu acredito que tenha sim, só que nesse ponto eu sou como Laura, levo a minha vida como eu acho que devo, não como as pessoas esperam.

Como você observa a relação de Constância com Laura?

Primeiramente eu queria elogiar a Marjorie. Ela é uma atriz espetacular, viva, inteligente, não é lugar comum. Então para a gente foi um desafio muito grande fazer esses dois papeis. Era uma relação de mãe e filha que era cheio de desentendimento, em que uma tentava impedir a outra de realizar seu sonho, em que não havia admiração, mas que tinha de ser permeado de amor. Além de elogiar a Marjorie e a Camila, quero elogiar também o Rafael Cardoso e chamar a atenção para a relação edipiana dele com a Constância, de como ela tinha ciúme daquele filho. E tem uma cena que fizemos juntos, muito curta, quando ele diz para ela que não ama a Ester (Rhaisa Batista) e ela responde que sempre soube que ele não a amava e que, por isso, era mais fácil de entregá-lo.

Como foi seu estudo para compor essa personagem?

Basicamente todas as respostas estavam no texto. Isso dá muita segurança ao ator. E a construção de um bom personagem, como esse, se dá quando acontecem duas coisas agradáveis: texto bem escrito e, ao mesmo, liberdade de criação. Nessa novela, nunca cheguei em casa para ler os roteiros e dizer: "Não concordo com esse caminho." E é muito comum de acontecer o contrário. Não vou citar casos para não parecer crítica a esse ou àquele autor, mas a gente às vezes discorda do rumo que o personagem está tomando. Isso pode ser desafiador, pois você se permite acreditar no outro, mas às vezes você apenas reafirma a sua visão, de quem está dentro do personagem. Especialmente porque o autor tem que se preocupar com a criação de outros personagens.

Se você fosse escolher as três melhores personagens suas na TV, quais seriam?

Luana, de "O Rei do Gado", porque eu adoro o texto do Benedito Ruy Barbosa; a Flora, de "A Favorita"; e a Constância por tudo que já disse anteriormente.

Falando em Flora, por que você acha que ela se tornou uma personagem tão carismática?

Naquele ano [2008] eu tinha decidido que não iria fazer novela, mas quando me apresentaram a Flora, a curiosidade foi maior. Eu já sabia que ela seria má desde o começo, mas eu queria ver a novela hoje de novo para ter certeza de que fiz com coerência. Porque a história dela era crível. Eu parecia inocente porque ela queria parecer inocente. E a Claudia [Raia] se mostrava truculenta porque ela precisava se defender daquele monstro. E o público se deixa enganar pela imagem, né? Eu pareço frágil, sou clarinha, enquanto a Claudia é grandona e estabanada. Acho que foi por isso que funcionou.

Qual a sua cena preferida da Flora?

Olha, tem duas: a morte do Gonçalo [Mauro Mendonça], em que ela o mata de susto, e a cena da festa em que ela vai anunciar sua volta aos palcos e contrata um monte de gente para ver sua apresentação cantando "Beijinho Doce". Aí aquelas pessoas não a aplaudem e ela joga na cara de todo mundo que eles têm que aplaudir porque ela pagou (risos). A Flora era engraçada.

Dia internacional da mulher

Dia internacional da mulher


Hoje, dia internacional da mulher não poderíamos esquecer de homenagear essa linda pessoa que admiramos tanto.
Considerada por muitos uma das mulheres mais lindas e inteligentes, além de uma atriz maravilhosa. Mas, não somente por isso, também por esse ser espetacular que é um exemplo de determinação e superação.
Patrícia Gadelha Pillar, um exemplo de mulher brasileira, que inspira qualquer pessoa a ser melhor e a lutar por aquilo que acredita é uma mulher guerreira e uma atriz fabulosa.
Parabéns por esse dia mais que merecido por tudo que você é, e que inspira as mulheres do nosso país a serem.

E também um belo parabéns para nós, fãs dessa linda mulher, que também somos mulheres e merecemos. Em especial para nossa amada ídola.
Feliz dia internacional da mulher.



OBS: Novela acabando :(

07/03/2013

Patrícia Pillar usa peruca azul em festa de novela - Lado a Lado

Patrícia Pillar roubou a cena na festa de encerramento da novela "Lado a Lado", da TV Globo, usando um peruca azul. A atriz escolheu um visual de roqueira para a noite e chegou bem animada ao local.


A comemoração aconteceu em um casa de festas localizada em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira (6). A equipe da trama escolheu diferentes fantasias para garantir a diversão.

Patrícia Pillar atraiu muitos flashes com a sua caracterização. Além do cabelo diferente, a intérprete da vilã Constância fez desenhos pelo corpo para parecer que estava tatuada. Nas costas, ela escreveu "Lado a Lado" e completou a arte com uma caveira.

Juliana Knust também escolheu uma peruca para inovar no look. Camila Pitanga foi outro destaque do evento, com um vestido rosa pink.

Rafael Cardoso chegou acompanhado da namorada, Mariana Bridi. O ator foi fantasiado de mendigo e até deixou a pele em um tom mais escuro para parecer que estava sujo. Com uma garrafa de bebida nos braços, ele se divertiu e alegrou os colegas.

O último capítulo da novela será exibido nesta sexta-feira (8).

Patrícia Pillar se despede de Constância: 'É absurdo existir uma pessoa como ela'

A atriz não se considera saudosista, mas guardará a ex-baronesa com carinho: 'Foi um personagem que eu tive muito prazer em fazer'


Linda, sofisticada e preconceituosa, a ex-baronesa Constância vai deixar saudade no público. Afinal, quem não se divertia com os absurdos que ela dizia quando expressava suas opiniões preconceituosas ou queria menosprezar alguém. A atriz Patrícia Pillar diz que é por causa disso que ela não despertou apenas raiva, mas também simpatia: “Quanto mais cruel ela é nessas frases, mais fica claro o absurdo do que ela está falando. Talvez isso seja importante para mostrar o quão absurdo é existir uma pessoa como ela. É tão claro".

Simpatia também não faltou nos bastidores de Lado a Lado, onde o clima era de amizade e companheirismo. “Eu adorei essa novela, fui muito feliz! Também vou sentir muita falta das pessoas. Foi um ambiente delicioso de trabalho”, conta Patrícia. A parceria com os colegas de cena renderam momentos raros para a atriz. Ela cita algumas cenas que marcaram sua memória, como a da chegada da luz elétrica (reveja ao lado): “Quando Constância e Carlota vão à casa de Laura, elas passam o tempo todo dizendo o que a luz elétrica vai trazer de ruim. Constância é muito inteligente e lúcida em certos aspectos”, diverte-se a atriz.

Outro exemplo disso foi a cena em que a personagem analisa a violência: “'A violência só aumenta nessa cidade. Se continuar assim, vamos ficar cercados de grades por todos os lados'. São frases engraçadas porque para a época poderiam parecer absurdas mas, à luz de hoje, sabemos que era pura verdade”, diz a atriz. Outra cena marcante para Patrícia é a que mostra Constância se sentindo humilhada com os comentários de Catarina (reveja ao lado): “Ela sente as verdades que foram ditas. Acho que são cenas bem legais. Um momento de humor e outro de drama”.

Para a atriz, a personagem sentia um amor profundo pela família mas sua maneira de ser acabou minando os relacionamentos mais próximos. “Ela foi acostumada a ter escravos, a ver as pessoas como inferiores e tratá-las dessa maneira. Ela diz que ama os filhos, mas ama dominando, querendo que eles façam o que ela acha certo. Ela é muito narcisista nesse sentido. Não enxerga o outro. É um amor capenga!".

Depois de tantas armações, crimes e traições, Constância bem que merecia ser castigada por seus erros. "Ela é cruel, aprendeu a viver a vida assim: a usar as pessoas, a achar que as pessoas são inferiores, tratar as pessoas de cima para baixo", diz a atriz. Apesar de ter gostado muito de interpretar a ex-baronesa, Patrícia não é saudosista. “As coisas tem um tempo, tem uma função. Elas chegam e acabam. Eu gosto de aproveitar ao máximo um personagem, aprender com ele mas, quando vai embora, vai embora. Sai uma personagem para daqui a pouco chegar outra”, avalia.

E o que vai ficar na atriz de Constância? Carinho. “Foi um personagem que eu tive muito prazer em fazer. É muito rica, complexa e muito bem construída pelos autores. Vou lembrar com muito carinho. Fico muito feliz em ter compartilhado este trabalho com grandes profissionais, liderados com grande maestria e de forma muito carinhosa por Vinícius Coimbra e Dennis Carvalho".

05/03/2013

Patrícia Pillar e Marjorie Estiano: os grandes destaques de Lado a Lado

Após meses no ar, a novela das seis, escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage, entrou na reta final e se despedirá do público na próxima sexta-feira (08/03). "Lado a Lado" já começa a deixar saudades e sua penúltima semana foi encerrada da melhor forma possível: com as duas atrizes que mais despertaram admiração do telespectador brilhando em cena --- Patrícia Pillar e Marjorie Estiano.


Nada mais natural do que concentrar os grandes conflitos finais nas duas personagens que mais se destacaram na história. Constância e Laura sempre foram tipos fortes e a trama é movida de acordo com as atitudes de ambas. Apesar de serem mãe e filha, as duas representam e defendem situações totalmente distintas. Enquanto uma é o polo negativo da pilha, a outra é o polo positivo, digamos assim. O preconceito, a intolerância, a arrogância e o retrocesso estão concentrados na ex-Baronesa da Boa Vista; enquanto que a liberdade, a justiça, a igualdade e a perseverança são defendidos pela filha da vilã.

E essas inúmeras diferenças são responsáveis por uma sucessão de cenas memoráveis, onde as duas atrizes presenteiam o público com um verdadeiro show de interpretação. O capítulo desse sábado (02/03) foi praticamente de Patrícia e Marjorie. A dupla dominou do início ao fim. As sequências em que Laura enfrenta

a mãe de igual para igual, sem se rebaixar ou se amedrontar, foram merecedoras de muitos elogios. Já a cena final em que Constância se desespera ao descobrir que a filha irá testemunhar contra ela, e depois se choca ao ver Laura sendo atropelada, encerrou o capítulo da melhor forma possível. Vale destacar também a equipe da novela que fez uma cena de atropelamento ótima, levando em conta que foi usado um carro que dificilmente passa dos 20 quilômetros.

Ao ver Patrícia Pillar e Marjorie Estiano juntas em cena, fica fácil constatar o motivo de ambas terem sido as mais elogiadas da novela desde a estreia. São atrizes que se destacaram em todos os seus papéis e que vêm amadurecendo a cada trabalho. Agora, em "Lado a Lado", Patrícia consegue brilhar no papel de uma vilã bem diferente da psicopata Flora, de "A Favorita", e Marjorie vai se consagrando como a melhor atriz de sua geração, vivendo uma mocinha longe do esteriótipo de chata chorona.

Nada mais gratificante do que ver duas atrizes de diferentes gerações contracenando juntas e esbanjando talento. Marjorie parece ter o mesmo tempo de carreira de Patrícia. Porém, isso não implica em ofuscar a veterana e sim em se igualar a ela. A impressão é de que ambas estudaram artes cênicas na mesma turma. A parceria da dupla foi muito bem-sucedida e os autores foram felizes ao juntá-las em um mesmo núcleo.

Constância e Laura são personagens que dificilmente cairão no esquecimento. "Lado a Lado" pode não ter sido um sucesso de audiência, mas com certeza foi uma novela que, além de ter apresentado conteúdo e qualidade para o telespectador, presenteou atores com ótimos papéis. Pode-se afirmar que Patrícia Pillar e Marjorie Estiano foram agraciadas com os melhores presentes. E retribuíram da melhor forma possível: com talento.

Reta Final: Constância é impedida de ver Laura no sanatório e pede socorro a Edgar

Reta Final: Constância é impedida de ver Laura no sanatório e pede socorro a Edgar


Laura (Marjorie Estiano) está sofrendo o pão que o diabo amassou no sanatório. Mas a responsável pela internação da moça, Constância (Patrícia Pillar), não sabe disso, e fica uma fera quando chega e não vê a filha no quarto. “O tratamento estava muito brando. A prova disso é que a sua filha tentou fugir do sanatório ontem à noite”, informa o novo médico encarregado de cuidar do caso.

Ela insiste que Laura não é louca e pede para ver a filha, mas é tudo em vão. “Impossível, o tratamento agora é de total reclusão”, diz o médico. Constância conta que se precipitou ao internar Laura e exige levá-la: “Ela vai embora comigo, pra casa, imediatamente!”. Impedida, a megera não vê alternativa a não ser correr para a casa de Edgar (Thiago Fragoso) e pedir socorro. “Por favor, tira minha filha de lá! Ela está sendo tratada como as outras pacientes, não era pra ela ser tratada assim! Laura está isolada!”, se desespera.

O advogado fica possesso ao deduzir que foi Constância quem colocou a amada no sanatório, mas não tem tempo para discussões e se apressa em resgatá-la. “Sai da minha casa e não volta nunca mais! Ai da senhora se estiver aqui quando eu voltar com a Laura”, Edgar ordena antes de sair em disparada.

Será que Edgar vai conseguir trazer Laura de volta? Você não pode perder a cena, que vai ao ar na quarta-feira, 06/03.

01/03/2013

Reta Final: Constância vê manuscritos de Paulo Lima e descobre que Laura é autora

Ela se revolta com a filha e exige que Laura pare com as denúncias


Constância (Patrícia Pillar) foi à casa de Laura (Marjorie Estiano) para tentar se reconciliar com a filha, mas acabou tendo uma surpresa desagradável. Enquanto Celinha (Isabela Garcia) vai chamar a professora no quarto, Constância vê as matérias do jornalista Paulo Lima espalhadas pela mesa, só que, no papel, com a letra de Laura, claro. A ex-baronesa logo chega à conclusão mais óbvia: Laura é Paulo Lima!

Quando Laura desce as escadas, Constância é direta: “Você é aquele jornalista ordinário?”. Sem resposta, ela afirma que Laura passou de todos os limites e que as pessoas vão rir dela. ”Você tem noção do que fez? Uma matéria denunciando o seu pai!”, acusa Constância. Laura rebate e conta que o nome do promotor do processo no qual a mãe é acusada está na lista dos suspeitos, o que liga a ex-baronesa ao esquema de corrupção.

”Calúnia! Não ouse me acusar! O caso vai ser arquivado porque não existe uma única prova contra mim!”, grita Constância. Imediatamente, ela percebe que deu bandeira e muda o tom de voz, se fazendo de vítima. “Filha, pensa, essa matéria descabida vai levantar falsas suspeitas. O inquérito pode ser reaberto e eu posso ir a julgamento! Posso ser presa!”, diz. Só que Laura não está nem um pouco disposta a esquecer o assunto. Ela avisa que o texto já está pronto e amanhã estará nas mãos de Guerra (Emílio de Mello). E agora? Chegou a hora de Constância pagar pelos seus erros? A cena vai ao ar no sábado, 02/03. Não perca

Reta Final: Constância mostra a Elias que é sua avó e destrói amizade de Laura e Isabel

Ex-baronesa manipula Albertinho para conseguir o que mais queria: ver o neto e afastar a filha de Isabel


Constância (Patrícia Pillar) fez Albertinho (Rafael Cardoso) mentir e convidar Laura (Marjorie Estiano) e Elias (Cauê Campos) para a casa dos Assunção. Falsa, a ex-baronesa promete ao filho que só vai observar a filha e o neto de longe... Mas quem, além do janota, acredita em uma promessa de Constância?

Assim que o menino chega e abraça o pai, Constância aparece com um pote de doce. “A moça dos doces!”, comemora Elias, correndo para os braços da avó.

Assustada, Laura briga com o irmão e tenta tirar Elias dali, levando o menino pela mão. Mas é tarde demais... Nesse momento, Isabel (Camila Pitanga) entra na casa da ex-baronesa e entende que Laura participou daquela mentira. A professora tenta se explicar, mas a amizade das duas sofre um corte ali mesmo!

“Você me traiu da forma mais vil que uma mulher pode trair outra: você pôs o meu filho em perigo!”, acusa Isabel, antes de completar: “Verdade ou não, não faz diferença. Você sabe que isso era o que eu mais temia, se fosse amiga mesmo, tinha me protegido.”

Isabel sai levando o filho pela mão, e Laura entende na hora que tudo aquilo foi calculado pela ex-baronesa. “Quero saber como foi capaz de fazer a Isabel me pegar como se eu estivesse traindo ela?”, acusa Laura. Constância se faz de santa. Mas Laura não perdoa: “Mas a senhora fique sabendo que a Isabel e eu... A nossa amizade vai além disso, eu vou pedir desculpas, ela vai acreditar em mim”, diz Laura antes de sair furiosa.

Albertinho reclama que foi usado como um fantoche, mais uma vez. E pergunta como Constância sabia que Isabel apareceria. A ex-baronesa permanece calma, diz que contou com a sorte e comemora: “O Elias agora sabe que é meu neto”.

Não perca a cena, que vai ao ar na sexta-feira, dia 01/03.
 

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